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Após 6 anos, 1° de Maio celebra a democracia e direitos da classe trabalhadora

03/05/2023, às 06:15:50

 





“É a volta do povo, da classe trabalhadora, às ruas”, assim definiu o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Moacyr Roberto Tesch Auersvald, em discurso no ato do 1º de Maio Unificado promovido pelas Centrais Sindicais, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo. O evento organizado pela NCST, CUT, Força Sindical, CTB, UGT, Intersindical (Classe Trabalhadora), CSB e Pública reuniu cerca de 30 mil pessoas e contou com a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Presidente da NCST celebrou momento com agradecimento ao presidente Lula  


“Hoje é um dia simbólico para o Brasil — trabalhadoras, trabalhadores, dirigentes sindicais, lideranças políticas e movimentos sindicais — é o momento que estamos voltando a fazer as nossas manifestações. Simboliza, de fato, a retomada da democracia. Gostaria de parabenizar as Centrais, pois depois de 6 anos estamos retornando ao nosso lugar, à nossa luta de forma pacífica pelos nossos anseios. Já conseguimos aumentar o salário mínimo, o imposto de renda, mas a nossa agenda é muito longa para ser recuperada. Por isso, precisamos do apoio de todos os trabalhadores! Só assim, nós seremos ainda mais vitoriosos. Também gostaria de agradecer imensamente ao nosso presidente Lula pelo nosso retorno às ruas, a sua vitória nas eleições nos possibilitou isso. Viva ao trabalhador, viva ao 1° de Maio”, celebrou Moacyr Auersvald. 
 
Sobre o tema "Emprego, renda, diretos e democracia" discursaram os presidentes das Centrais Sindicais que receberam além do presidente, diversos ministros e parlamentares que apoiam a classe trabalhadora.  


Em discurso Lula voltou a criticar publicamente a taxa básica de juros e anunciou estudos para isentar a participação nos lucros ou resultados (PLR) dos trabalhadores do Imposto de Renda. O presidente ainda reafirmou que fará mais nos quatro anos do atual mandato do que nos oito das duas gestões anteriores (2003-2010).

“Nós instituímos outra vez o aumento real do salário acima da inflação. Daqui pra frente, o trabalhador receberá, além da inflação, a média do crescimento do PIB, como nós fazíamos quando fui presidente. Quando o salário mínimo aumenta, quem ganha não é só o trabalhador que ganha o mínimo. Porque o trabalhador, tendo mais dinheiro, compra mais. O comércio vai gerar emprego e vai encomendar coisa da indústria. A indústria vai gerar emprego e a roda gigante da economia começa a girar. Até os mais ricos ganham com o aumento do salário mínimo”, enfatizou o presidente Lula.
Foto: Ricardo Stuckert


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