
A Feserv-Minas convocou todas as entidades filiadas para participar no próximo dia 02 de outubro (sábado) das manifestações contra os desmandos do governo Bolsnaro. Alinhado às Centrais Sindicais, a Federação Independente dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais das Prefeituras Câmaras Autarquias, Institutos de Previdência Servidores Contratados, Concursado, Comissionados, Servidores dos PSFS, e PCAS, Servidores das Guardas Municipais e Autarquias do Estado de Minas Gerais convoca os sindicatos e servidores para se organizarem para os atos que acontecerão em todos os municípios contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Este sábado, 2 de outubro, é dia de luta pelo impeachment de Bolsonaro, afinal, motivos não faltam diante do que o Brasil vive diariamente. Por isso a federação reforça a necessidade dos Sindicatos se mobilizarem contra o governo e em prol dos servidores.
Em nota, as Centrais colocaram a conjuntura do país e o que governo atual representa: “Vamos ocupar as ruas em protesto contra o caos que representa, ao país, ter o mitômano Jair Bolsonaro na Presidência da República: desemprego recorde, fome, carestia, inflação, corrupção, retirada de direitos, desmonte dos serviços públicos e das estatais, ataques à democracia, à soberania e às liberdades, atropelo da ciência e desprezo à vida.”
Lembrando a todos manifestantes a importância de manter os cuidados sanitários durante os atos para o combate da pandemia da Covid-19. Use máscara e álcool em gel!
NOTA SOBRE 2 DE OUTUBRO CENTRAIS SINDICAIS CONVOCAM PARA
ATO FORA BOLSONARO Das ruas não nos retiraremos até libertar o Brasil deste presidente criminoso CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, CSP-Conlutas, Intersindical e Pública, de forma unitária, convocam toda a classe trabalhadora aos atos Fora Bolsonaro, no dia 02 de outubro, em todos os Estados do Brasil, e também em outros países. Vamos ocupar as ruas em protesto contra o caos que representa, ao país, ter o mitômano Jair Bolsonaro na Presidência da República: desemprego recorde, fome, carestia, inflação, corrupção, retirada de direitos, desmonte dos serviços públicos e das estatais, ataques à democracia, à soberania e às liberdades, atropelo da ciência e desprezo à vida. Cada dia a mais que Bolsonaro acorda como presidente da República, o Brasil afunda, perde e se perde do mundo, mantendo-se como pária atado à espiral de crises (sanitária, política, econômica, institucional e diplomática) geradas pela incompetência e projeto pessoal de poder de Bolsonaro e da sua inepta equipe de governo. Em um país com 212 milhões de habitantes, cuja maioria, segundo todas as pesquisas, rejeita e desaprova Bolsonaro, é urgente que o Congresso Nacional atenda o clamor popular e acate a abertura de processo de impeachment para que Bolsonaro seja afastado e seus crimes apurados e julgados. Já são mais de 130 pedidos engavetados na presidência da Câmara dos Deputados, enquanto o país afunda no lodo presidencial. A voz das ruas tem que ser ouvida, e nós seremos essas vozes no 2 de outubro e em todas as datas que vierem, até que Bolsonaro seja afastado para ser julgado pelos crimes que cometeu e comete diariamente contra os brasileiros, até que ele responda pelo genocídio que tirou as vidas de quase 600 mil pessoas na pandemia de Covid-19, pelo desemprego que atinge 100 milhões e pelo desalento que causa miséria e fome. As Centrais Sindicais ocuparão as ruas no 2 de outubro ao lado das mais de 80 entidades representadas pelas Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo, Frente Nacional Fora Bolsonaro e partidos politicos. Estão convocando aos atos todos os entes e sindicatos de base, em todo o país, para protestar nas ruas, nas praças, além de assembleiais e panfletagens nos locais de trabalho e terminais de transporte público. Com segurança e respeito aos protocolos sanitários, uso de máscara e de álcool em gel. Das ruas não nos retiraremos até libertar o Brasil desse presidente criminoso. Brasil 23 de setembro de 2021 Assinam
Sérgio Nobre Presidente da CUT - Central Única dos Trabalhadores
Miguel Torres Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah Presidente da UGT - União Geral dos Trabalhadores
Adilson Araújo Presidente da CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
José Reginaldo Inácio Presidente da NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores
Antonio Neto Presidente da CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros Atenágoras Lopes Secretaria Executiva Nacional –CSP-Conlutas
Edson Carneiro Índio Secretário-geral - Intersindical - Central da Classe Trabalhadora
Emanuel Melato Coordenação da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora
José Gozze Presidente - Pública Central do Servidor